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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Salário mínimo pode superar R$ 946 no ano de 2017

Fonte: Agora São Paulo
O salário mínimo nacional do ano que vem pode ficar maior do que os R$ 946 previstos pelo governo na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).
No documento, que é uma prévia do Orçamento, o governo prevê que a inflação do país fechará este ano em 7,5%.

Com esse índice, o piso nacional, que hoje é de R$ 880, aumentaria R$ 66.
Porém, nos últimos anos o índice previsto pelo governo na LDO tem sido menor do que a inflação registrada no País. Por isso, o salário mínimo de 2017 pode ser maior.

A última prévia do Orçamento para este ano, por exemplo, estimava que em 2016 o salário mínimo seria de R$ 854,02, mas o piso válido neste ano passou a ser de R$ 880, uma diferença de R$ 25,98.

Ao longo do ano, o governo costuma elevar os índices previstos para a inflação e o piso nacional.

Inscrição para Centro de Línguas encerra hoje; ainda dá tempo!

O Centro Municipal de Línguas Antonio Houaiss encerra, nesta sexta-feira (15), o período de inscrições para cursos de inglês, espanhol, italiano e francês. Os interessados podem se inscrever pelo site da Prefeitura ou pessoalmente na escola, na avenida Dr. Cavalcanti, 396, Vila Arens, no Complexo Argos. O atendimento é das 8h às 17h30. Todas as informações estão publicadas na Imprensa Oficial do dia 23 de março, no edital SME/DAA nº 13 (páginas 20 e 21). 


Entre os requisitos para inscrição estão: residir em Jundiaí, ter no mínimo 14 anos completos ou a completar até 30 de junho, além do Ensino Fundamental completo ou estar cursando o 9º ano. O interessado pode se inscrever em apenas um idioma e período, ficando automaticamente cancelada a segunda inscrição. Não podem se inscrever os alunos que estiverem frequentando, atualmente, algum curso do Centro de Línguas (independente do estágio) e pessoas que desistiram do curso em um período inferior a 18 meses.

Documentação

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Petição online contra limite de dados para banda larga fixa registra quase 250 mil assinaturas

Usuários de banda larga fixa estão apreensivos. Os serviços de acesso à internet comercializados pelas companhias Vivo/GVT, Oi e Net/Claro pretendem oferecer acesso à internet fixa por meio de pacotes de dados, deixando de ser simplesmente por velocidade.

Insatisfeitos, os consumidores criaram uma petição online no site Avaaz para ser entregue às empresas e ao Ministério Publico Federal, como forma de reforçar a insatisfação com a medida. A petição, criada em 22 de março, registra quase 250 mil assinaturas.

O Ministério Público do Distrito Federal, através da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) instaurou procedimento para investigar tal prática.

Segundo o promotor de Justiça Paulo Roberto Binicheski, titular da 1ª Prodecon, a mudança seria desvantajosa para o consumidor, que precisaria pagar mais cada vez que atingisse o limite da franquia.

Sobre o trabalho à distância

Fonte: Conselho Nacional de Justiça - CNJ

terça-feira, 12 de abril de 2016

Vale-tudo: varejo faz parcelamento a perder de vista

Para evitar a repetição de mais uma queda histórica das vendas, como em 2015, o varejo está lançando mão de toda sorte de estratégias para fisgar o consumidor. São ações que incluem prazos de até seis anos para financiamento, descontos progressivos para quem compra mais produtos e isenção do pagamento de uma das parcelas para quem paga em dia as prestações do carnê da loja.

A rede de supermercado Extra, do Grupo Pão de Açúcar, adotou uma tática usada pelos “atacarejos”, lojas que combinam o autosserviço dos supermercados com atacado, onde quem leva mais, paga menos. Desde o início deste mês, mil produtos oferecidos pelo Extra estão com descontos de 20%. Quem leva dois produtos, ganha desconto de 50% na segunda unidade. E se comprar três unidades do mesmo item, a terceira sai de graça. A cada 15 dias, esse grupo de produtos será trocado.

PROMOÇÃO DE ITENS MAIS CAROS
Até mesmo lojas de produtos mais caros, como vinhos, estão usando a estratégia do “leve mais e pague menos” para reduzir os estoques. A World Wine, com lojas no Rio de Janeiro e São Paulo, oferece descontos de até 50% para quem compra seis unidades de um de seus rótulos incluídos nas promoções. Um vinho branco francês da marca Montgravet, safra 2014, vendido na Páscoa pelo preço cheio, custava R$ 101. Quem comprou seis unidades pagou R$ 50,50 em cada uma.

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