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sexta-feira, 11 de março de 2016

Atos de violência contra a mulher

Fonte: SPM/PR
Fonte: Portal Brasil
1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres

Fonte: CNTC
No mês de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Para celebrar a data, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) lançou  o site www.igualdadedegenero.com.br, uma importante ferramenta para compreensão da luta pela igualdade de gênero e empoderamento das mulheres.

No portal, diversas informações sobre as campanhas desenvolvidas pela CNTC, os temas defendidos pela diretoria de Políticas para Mulheres da Entidade e notícias dos eventos relacionados ao dia a dia das mulheres brasileiras.

Aproveite o conteúdo. Para conhecer o site, clique aqui.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Sancionada a lei que aumenta a licença-paternidade

Fonte: CNTC
A presidente Dilma Rousseff sancionou dia 8/3 a lei (nº 13.257, 8 de março de 2016) que cria a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância. Assim, a licença-paternidade passa de cinco dias para 20 dias. A proposta faz parte do marco regulatório dos direitos da primeira infância.

Pela lei, a obrigatoriedade de vinte dias vale apenas para as empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã. Durante o período de prorrogação da licença-maternidade ou licença-paternidade, a trabalhadora e o trabalhador não poderão exercer nenhuma atividade remunerada e a criança deverá ser mantida sob seus cuidados. A lei também é válida para casos de adoção de criança.

O Programa Empresa Cidadã permite à empresa deduzir do Imposto de Renda devido o salário pago ao trabalhador nos 15 dias extras que estiver fora.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Mais poder, mais participação, mais direitos!

Fonte: SPM/PR

CNTC lança campanha pela Igualdade de Gênero

A diferença no tratamento entre o homem e a mulher no mercado de trabalho é um dos grandes desafios que enfrentamos diariamente.

A mulher trabalhadora ainda ganha menos do que o profissional masculino e tem menos oportunidades de ascensão a cargos de chefia.

Ainda há muito a ser feito para acabarmos com as diferenças salariais de gênero e a desigualdade de oportunidades, a baixa representação das mulheres em cargos de liderança, a violência desenfreada e outras violações contra as mulheres.

Por isso, a diretoria de Políticas para as Mulheres da CNTC lança em março a campanha nacional pela Igualdade de Gênero e pela Autonomia das Mulheres. A primeira fase da campanha contará com uma ampla divulgação para o sistema CNTC.

Além disso, já está na web o site www.igualdadedegenero.com.br. O portal terá informações importantes a respeito da busca pela igualdade de gênero, campanhas, números para denúncias, entre outras informações sobre o tema.

terça-feira, 8 de março de 2016

Hoje é o dia Internacional da Mulher!


CSB homenageia o Dia Internacional da Mulher


Ministério do Trabalho publica aferição das Centrais

Fonte: Diap
Foi publicado pelo MTE o resultado da aferição das centrais sindicais. Seis das treze centrais existentes no país atingiram o índice de representatividade exigido pela lei 11.648/2008.

Centrais SindicaisSindicatos n°%Trabalhadores Filiados n°%
CUT - Central Única dos Trabalhadores2.31921,223.904.81730,47
UGT - União Geral dos Trabalhadores1.27711,691.458.32011,38
CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil7446,811 . 2 8 7 . 11 010,04
FS - Força Sindical1.61514,781.279.4779,98
CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros5975,461.028.4398,02
NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores1.13610,40954.4437,45
CONLUTAS1050,96286.7322,24
CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil2171,99248.2071,94
CBDT - Central Brasileira Democrática dos Trabalhadores940,8685.2990,67
PÚBLICA210,1916.5800,13
UST - União Sindical dos Trabalhadores60,057910,01
Central Unificada dos Profissionais Servidores Públicos do Brasil30,038750,01
INTERSINDICAL10,011.7390,01

segunda-feira, 7 de março de 2016

Brasileiras amamentam mais que britânicas, americanas e chinesas

Fonte/Foto: Diário do Litoral
Mães brasileiras amamentam mais do que britânicas, americanas e chinesas, aponta um estudo publicado nesta quarta (2/3) na revista britânica 'The Lancet'. No Brasil, a taxa de amamentação exclusiva aos seis meses, prática recomendada por organizações de saúde, é o dobro de países como Estados Unidos, China e Reino Unido, segundo o estudo. O país também lidera quando observada a taxa de amamentação até o primeiro ano de vida do bebê.

O estudo também mostra que 50% das crianças brasileiras são amamentadas até um ano. Para 25% delas, a amamentação segue até dois anos. 'O Brasil é o país que tem maior aumento na taxa de amamentação nos últimos 30 anos. Nos Estados Unidos a taxa agora começa a aumentar um pouco. Lá, 25% [dos bebês] amamentam até um ano. Aqui é 50%', explica o professor da Ufpel (Universidade Federal de Pelotas) e coordenador do estudo, Cesar Victora.
O estudo, considerado o mais abrangente já publicado.

Saiba mais...

CSB conquista assentos nos Conselhos do FGTS e do FAT

Fonte: CSB
Durante a cerimônia de abertura do II Congresso da CSB, em Brasília, o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, anunciou, em primeira mão, o ingresso da Central como membro representante dos trabalhadores no Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (CCFGTS) e no Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT). A condução da Entidade aos assentos em ambos os Conselhos foi feita por meio de decreto presidencial, publicado no Diário Oficial da União dia 25 de fevereiro de 2016.

De acordo com o ministro, o ato traduz o reconhecimento do Estado à CSB como referência de trabalho sindical realizado em todo o País. “A CSB tem tido a capacidade estratégica correta de lutar pelos direitos trabalhistas mais imediatos e, ao mesmo tempo, tem sido capaz de sustentar os grandes debates democráticos que transformam nosso País na grande nação que queremos. Porque vocês trabalharam e cresceram. A partir de então, a voz e a força da CSB estarão presentes e colaborando para o fortalecimento desses fundos e da política de proteção aos trabalhadores do Brasil”, disse Rossetto.

Mulheres são maioria no mercado de trabalho, aponta pesquisa

O nível de ocupação aumentou mais para as mulheres do que para os homens, se comparados 2012 e 2015. É o que mostra levantamento sobre a inserção feminina no mercado de trabalho do Distrito Federal, que confronta os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego do ano passado com a de 2012. No último ano, 743 mil mulheres estavam no mercado de trabalho como ocupadas ou em busca de emprego. Quando comparado aos números de 2012 (701 mil), o resultado mostra aumento de 42 mil — em relação às ocupadas, o crescimento é de 28 mil.

Do lado masculino, 46 mil entraram no mercado de trabalho como ocupados ou em busca de emprego, o que significa 792 mil em 2015 contra 746 mil em 2012. Para eles, no entanto, as oportunidades foram mais escassas, e o aumento do número de ocupados foi de 16 mil.

“De um lado, a construção civil e a indústria mostram redução nos postos de trabalho nesses períodos [2012 e 2015], e grande parte dos funcionários nessas áreas é homem. Por outro, houve aumento de vagas para mulheres no setor de serviços e, em menor medida, no de comércio”, explica a coordenadora da Pesquisa de Emprego e Desemprego do DF pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Adalgiza Amaral.

Quanto aos desempregados, em 2012 as mulheres fora do mercado representavam 106 mil e, no último ano, 120 mil. Para os homens, esses números foram 72 mil e 101 mil, respectivamente.

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